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Diabetes mellitus

Cientificamente batizada de Diabetes mellitus, este é o mais frequente distúrbio que envolve o metabolismo de carboidratos (açúcares) e é caracterizado pelo aumento da taxa de glicose no sangue no sangue , a chamada hipergl​icemia. A diabetes é uma doença grave pois, se mal controlada, pode ocasionar problemas vasculares nos olhos, nos nervos, nos rins e no coração. Estas consequências, porém, podem ser reduzidas com um controle sistemático da doença, feito principalmente por meio da manutenção das taxas de glicose no sangue dentro de certos limites, assim como do rastreamento das complicações crônicas, sempre sob orientação médica.

O Diabetes mellitus é uma condição cada vez mais prevalente no Brasil e no mundo. A previsão é de que em 2030 tenhamos mais de 400 milhões de diabéticos. O último censo (IBGE 2010) estima que no Brasil existam aproximadamente 12 milhões de diabéticos.
Existem dois tipos principais de diabetes:

  • Tipo 1, antigamente conhecido como juvenil, pois, em geral, se inicia em idades mais precoces;
  • Tipo 2, o adulto e que representa a maior parte dos casos - perto de 90% -, sendo frequentemente associado à obesidade.

Os principais sintomas da diabetes são fome e sede exageradas, boca seca, grande aumento do volume urinário, cansaço excessivo, dores no corpo, perda de peso e menor resistência a infecções. No diabetes tipo 2, esses sintomas podem ser muito leves e passarem despercebidos durante meses ou anos.

O que ocorre no organismo de diabético?
O pâncreas de um diabético tipo 1 interrompe a produção de insulina, uma substância que controla a quantidade de glicose na circulação. No diabético tipo 2, o pâncreas não libera a insulina em quantidade suficiente. Em ambas situações, as células deixam de receber a glicose enquanto ela existe em excesso no sangue.

Tratamento
As principais formas de tratamento para diabetes são dieta com uma alimentação balanceada , exercícios físicos e uso de medicamentos. O objetivo principal do tratamento é o controle adequado da taxa de glicose no sangue que, na maioria dos casos, evita o aparecimento ou a progressão dos problemas vasculares. No diabetes tipo 1, o uso de insulina é sempre necessário. No diabetes tipo 2, pode-se empregar medicações via oral isoladamente ou em associação com a insulina.

Quais exames ajudam no diagnóstico?
A dosagem de glicose no sangue, chamada glicemia (aleatória ou de jejum), é o exame usado para a triagem de Diabetes mellitus. Segundo recente sugestão da Associação Americana de Diabetes, o resultado é normal quando a taxa de glicose apresenta-se até 99 mg/dL, na dosagem feita em jejum.
Quando a taxa apresenta-se de 100 a 125 mg/dL, a pessoa é portadora de glicemia de jejum inadequada, sendo então necessária a realização do teste oral de tolerância à glicose. Dois exames com resultados acima de 125 mg/dL confirmam o quadro de Diabetes mellitus. Fora do jejum, uma glicemia superior a 200 mg/dL, desde que na presença de sintomas de diabetes, também é suficiente para o diagnóstico.

Teste para gestantes
Segundo recomendações recentes, todas as mulheres grávidas deveriam ser avaliadas na primeira consulta pré-natal por meio da dosagem de glicemia de jejum. Caso esse primeiro exame seja normal, um teste com sobrecarga de glicose deve ser efetuado entre a 24ª e a 28ª semanas de gestação. O teste consiste na coleta de uma amostra de sangue para a dosagem de glicemia no jejum, uma hora e duas horas após a ingestão de um preparado de glicose. O diagnóstico de diabetes gestacional será feito em função dos resultados observados neste teste.​​​​​​